Skip to content

Gnosticismo é Satânico

Gnose como termo vem do sânscrito Jana, que significa Sabedoria da Serpente, Jana também significa “queimar a fim de purificar”. As Janas relatam à serpente a mover-se pelos chakras até o Nirvana, que nos Upanishads é um termo para o chakra da coroa e o reino do Sol, a alma aperfeiçoada. Este foi posteriormente corrompido no budismo. A coroa é totalmente aberta com a ascensão da serpente. Diz-se que Jana Yoga baseia-se no despertar dos chakras e em elevar a kundalini até a coroa.

O título “Jana Pandita” que significa “Senhor da Sabedoria (Serpentina)” é um título de Skanda, o Deus Hindu cujo símbolo é o pavão e a serpente, e era chamado Sanat/Satan Kumara. Os yezidis, uma cultura gnóstica cujo calendário tem 7000 anos de idade, adora esse Deus como Satan – ou seja, Satan Kumara – eles próprios afirmam terem vindo da Índia.

No Ocidente, os gnósticos eram pagãos e eram membros das escolas de Mistérios pagãos. O Deus dos gnósticos era o Agathodaemon, o nome ancestral de Zeus-Dioniso, que era mostrado como uma serpente com uma coroa de sete raios a representar os sete chakras, astros e vogais da criação. No sistema gnóstico grego, o mais elevado nome de Deus era IAO, que então dividia-se nas sete vogais e além para todo o alfabeto. IAO refere-se aos três aspectos da criação, que relatam aos três aspectos da serpente e formam-se como as Nadhis trinas do Sol, Lua e canal central na coluna vertebral, e todos dos sete chakras manifestam-se disto.

IAO é o nome ancestral de Zeus, que é originalmente mostrado como Korios, a vir do sânscrito Kumara. Zeus eram primordialmente mostrado na cor azul, com uma vaca sagrada, 12 novilhos e uma consorte de nome Rodha, a imagem de Krishna que no norte da Índia é a forma de Skanda, como Daniélou mostra em seus trabalhos no assunto. Essa forma original é Dioniso, a encarnação de Zeus, que é mostrado do mesmo jeito com um pavão e uma serpente como seus totens. Este, como os egípcios e gregos afirmam, é Osíris no Egipto. E os gregos afirmam que vieram do Oriente, onde ele é Satan Kumara.

Também acha-se IAO nas pérolas gnósticas de Abraxas, o Deus-Sol pagão. Este símbolo de Abraxas e o IAO estava nas portas dos quarteis Templários. Os gnósticos acreditavam em quatro estágios de purificação da alma, que relatam à cruz de braços iguais (cruz de ferro) do zodíaco, que os pagãos gregos afirmavam que relata-se a toda a alma. O quarto nível a ser ouro, quando se metamorfoseia em um Olimpiano, um ser ascenso.

A bíblia crista chama Zeus de Satanás. Ela refere-se à cidade de Pérgamo, que era a cidade de Zeus e onde seu trono estava localizado – seu templo e altar.

Apocalipse 2:12-13
“E ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois fios: Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás.”

Os gregos também afirmam que Zeus mandou Daemons às pessoas para trabalharem com elas a fim de se elevarem. Daemon foi também posteriormente transcrito como Demónio, o significado é o mesmo. Satan e seus Demónios são os Senhores do mundo gnóstico. Não há nada cristão sobre gnosticismo. Os judeus usam a palavra Satan porque esse é o nome ancestral no Deus líder gentio que para eles é o adversário dos planos judaicos.

Quanto às alegações cristãs sobre os ensinamentos gnósticos, é tudo fraude. Os judeus tinham uma grande população em Alexandria e eles criaram uma falsificação judaica da escola de mistérios greco-egípcia de Serápis, que era a maior escola de mistérios no Império Romano. Os judeus criaram essa falsificação na forma dos Terapeutas. Eles também afirmaram isso abertamente. A personagem de Jesus foi simplesmente roubada de Serápis (Osíris aos egípcios e Dioniso aos gregos) e transformada numa personagem judaica por fraude. Os gregos costumavam reclamar de como os judeus zombavam e desrespeitavam os ritos de Dioniso e dos outros Deuses em Alexandria. Os judeus criaram esta seita subversiva para posteriormente misturá-la ao catolicismo quando criaram a Dinastia Flaviana, e a agenda dos Terapeutas, de seus próprios documentos, era destruir as culturas gentias e trazer a Era do messias judeu. A Torá instrui os judeus a usarem imitação como forma de guerrilha.

Os “evangélios gnósticos” cristãos do qual as pessoas falam é simplesmente a primeira onda de subversão cultural dos judeus a tentarem injectar seu Deus na forma de Jesus dentro da cultura dos goyim, como forma de guerrilha cultural. Os judeus de Alexandria também costumavam fazerem petições aos imperadores romanos para exigir a admissão de judeus em todas as áreas da vida grega na cidade, porque eles eram barrados em muitos casos, e também exigiam que os gregos não tivessem permissão de ter quaisquer instituições permitidas para sua própria raça grega. A incluir exigências de mandar estrangeiros nas áreas dos gregos. Mas que os judeus recebessem privilégios especiais de ter suas próprias instituições e áreas somente para judeus. Os judeus nunca mudam. É o mesmo hoje em dia em que os judeus exigem fronteiras abertas e mistura racial para os goyim, mas nunca para Israel. Oy vey!
Os judeus estavam a tentar destruir a cultura gentia helénica superior e as raças da área. Os judeus também assassinaram 100 mil gregos em sua revolta no Chipre, de forma que o exército romano restaurou a ordem e varreu todos os judeus do Chipre. Nenhum judeu era permitido entrar na ilha sob pena de morte.

Lembra que helenismo era a cultura universal do Império Romano. Os romanos também usavam o sistema gnóstico grego para si próprios e tinham os mesmos Deuses. Durante o Império Grego, o imperador rei Antíoco IV Epifânio baniu os judeus de lerem a Torá em suas sinagogas sob pena de morte. Os regentes gregos eram adeptos e sabiam que a Torá não era nada além do livro de feitiçaria judaica mais maligno de sempre, que baseia-se em amaldiçoar os goyim à morte e destruição, e para causar todos os tipos de mal e calamidade. Os romanos iriam banir a leitura da Torá e queimar os rolos da Torá pela mesma razão. O rei grego tentou remover o judaísmo da existência por assimilá-lo ao helenismo. Eles perceberam seu perigo para o resto da humanidade.

Muitos judeus simplesmente fingiram tornarem-se helenizados e usaram isso como uma oportunidade para subverter a cultura por dentro e fazer guerra aberta contra ela aonde quer que pudesse, como a revolta dos macabeus, e guerra por enganação na forma do cristianismo, que foi o beijo da morte para o mundo helénico e o Império Romano pelos assassinos judeus que o criaram. Mais de 50 milhões de pessoas foram assassinadas pelo cristianismo só na Europa durante seus séculos de reinado.

Os judeus usaram o cristianismo para remover todo o conhecimento espiritual dos gentios, derrubar as culturas gentias e erradicar suas civilizações, portanto a própria memória deles próprios para um mundo em que somente o deus de Israel é supremo. Mas os judeus mantiveram esse conhecimento espiritual para si mesmos e alteraram-no em algo tóxico para encaixar-se em sua alma alien na forma da Cabala, que estudiosos e também rabinos admitiram que vem das escolas gnósticas gregas, tal qual a Escola Pitagórica. Esse poder permitiu-lhes tornarem-se os governantes desse planeta. Essa é a razão dos judeus somente subirem ao poder depois de forçarem o cristianismo no mundo, e não antes. Esses tolos cristão estão a acolher a maçã venenosa do antigo judeu para suas próprias culturas nativas como um Cristo gnóstico falso.

O que os judeus fizeram ao Império Romano com cristianismo, eles posteriormente fariam aos Impérios russos e chineses na forma do marxismo.

-Sumo Sacerdote Don Danko

Fontes:
The Greek Qabalah, Kieren Barry
Christ in Egypt, M. S. Murdock
Suns of God, Acharya S.
The Gnostics and Their Remains, Charles King
Guardians of the Holy Grail, Mark Pinkham
Gods of Love and Ecstasy, Daniélou

VOLTAR PARA OS SERMÕES